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domingo, 22 de abril de 2012
Mais sou aquilo que me der na telha.
Não sou seu prêmio ou recompensa
sua sentença ou punição
Não sou seu grêmio, sua crença
Indiferença ou solução
Mas sou aquilo que me der na telha
e que se assemelha
ao que você bem entender
Não sou relíquia ou raridade
a novidade da estação
Nem sua força de vontade
seu bicho de estimação
Não sou a mosca na sua sopa
nem a sujeira no seu chão
Ferida, mancha na sua roupa
Clube, parque de diversão
Mas sou aquilo que me der na telha
e que se assemelha
ao que você bem entender
Se me reconheço naquilo que não quero
e me fortaleço num abraço sincero
Se me compadeço do que menos espero
e já não esqueço que o preço do meu apreço é arriscar
Postado por
Unknown
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às
08:41
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